O Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte ensina portadores de deficiência mental a produzir um tipo de papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em grama.O produto, que tem entre seus ingredientes sementes de grama, apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias. “Plantamos papel e daí nasce a grama. Isso ocorre porque o papel é recheado com sementes, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material”, relata a socióloga Rosemeire de Almeida, monitora das oficinas de papel. Além disso, a confecção não passa por nenhum processo químico, diferentemente dos modelos elaborados pelo Tear a partir de fibras retiradas de folhas de alface, cascas de cebola, tronco de bananeira, coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.
O “papel que vira planta” tem mesmo custo do material feito com fibras: cerca de R$ 0,90 por folha. Assim como outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência, ele pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7 às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos – SP).
Projeto Tear
www.projetotear.org.br
Tel.: (11) 6409-2200
on fev 4th, 2009 at 12:23
Palmas para as boas idéias e palmas para o Projeto Tear pela iniciativa ecologicamente brilhante e socialmente louvável. Parabens.
Edson
on fev 14th, 2009 at 8:18
O mundo agradece por essa atitude.
E eu também!